VaLiSeS meta-PoéTicAs XxxiV

Por ALBANO MARTINS
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Não forces a tua inspiração.
Deixa a poesia vir naturalmente
e não obrigues a mentir o coração.
Procura ser espontâneo.
A verdadeira beleza
está no que o homem tem de semelhante
com a natureza.
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Secura verde
É verde esta secura, como é verde
a raiz duma planta que secou.
Posso ter o corpo aberto
e não mostrar o que sou.
Meus versos podem ser tristes
e eu ter profunda alegria.
Aves noturnas que buscam,
inquietas, a luz do dia.
Publicado em 11 Julho, 2009 de 12:21 am e arquivado sobre Albano Martins, Literatura Portuguesa, Metalinguagem, Poetry, Poética, literatura, literature, poema, poesia, semiótica . Você pode acompanhar qualquer resposta por meio do RSS 2.0 feed. Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.