ESCLARECIMENTOS AOS VISITANTES

 

 

Caro(a) amigo(a):

Em atenção às duas dezenas de mensagens recebidas, esclarecemos que temos tido algumas dificuldades com a utilização de alguns recursos do WordPress, notadamente os comentários às postagens. Não conseguimos ainda identificar o problema. Melhor dizendo: a solução dele, pois o WordPress oferece verdadeiramente uma enormidade de recursos (widgets). Esperamos resolver isso em breve, o que, pensamos, não inviabiliza o contato conosco, que pode dar-se via endereço eletrônico.

marcoaqueiva@uol.com.br

Nossa proposta é em verdade bastante simples. Confira, nesse sentido, a postagem CONTRIBUIÇÕES, SUA PARTICIPAÇÃO. Trata-se de um projeto literário coletivo em um sentido temático. Colaborações em torno do tema valise, valendo qualquer texto classificado como poesia&prosa, por mais anacrônico que seja este parâmetro. A valise é menos um objeto que um símbolo. Como símbolo, a valise é uma potência portadora de um conhecimento sobre nós mesmos. Convida-nos a um aprofundamento sobre nossa própria existência e a do nosso semelhante. A valise é carregada pelo(s) outro(s) que carregamos dentro de nós.

Concluindo: somos, portanto, o que nos leva a con-fundir-nos, aquele chapéu baixo, olhar cruzando as mãos postadas na mesa, óculos que usamos quando queremos melhor ler e ver à frente e atrás daquelas tão entranhadas fotografias escondidas naquela sólida carteira que desliza entre o peso do porta-moedas, o cortador invencível de unhas, uma triplicação de sombras de nós entre quânticos de incerteza, as chaves e o colírio para em vão desfazer todo esse chumbo alojado entre os olhos e o outro em nós. Somos, logo, aterrados e alçados entre o enovelado lado de dentro e as alças para fora.

A despeito de todo esse dinamismo simbólico, confessemos: o símbolo adotado poderia ser outro desde que se canalizassem o individual e o universal. Por que não um espelho em vez da valise? Respondo: – e por que não valise? De mão em mão a valise pode vir a mediar uma ação coletiva. Sabemos que é difícil investir no coletivo em tempos de extremado narcisismo e individualismo.

– É uma tentativa. 

Tentemos.

É a hora. Ou não!

-Valete, Fratres. 

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