VaLiSeS meta-PoéTicAs iii

__valise_metapoeticas4

 

Poema

por Eunice Arruda

 

Areias, mar, navios

mergulho

jamais premeditado

 

Agora recebo meu corpo

como um pássaro

ferido

pesado de

incompreensão

 

Tantas coisas

alheias

desenham o caminho

 

 

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lagarta

 

por líria porto

 

ao sair do casulo tortura-se
não se dá conta das cores que carrega

 

esbarro em palavras na rima na métrica
impõe-se-me a poesia como tatuagem

 

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2 Respostas to “VaLiSeS meta-PoéTicAs iii”

  1. Mergulhos… cada nova vez o fôlego é maior.

    Casulo, prisão as vezes necessária.

    Abraço!

  2. Meu caro Ricardo:

    Fico muito satisfeito que esteja acompanhando esta jornada.

    Reitero o convite: escreva para o Valise, para estas valises meta-poéticas. Sei que vc tem o que dizer 😉

    Um grande abraço

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