Agá dois horas

por Carlos Pessoa Rosa

     

Se não todos, pelo menos a maioria dos escritores vive entre o vazio claustrofóbico da criação e o olhar voyeur do leitor. Não são muito afeitos a contatos, também é verdade. Detestam compartilhar. Bem diferente dos adeptos das filmadoras, estes sim adoradores das luzes, sombras e imagens. Texto e imagem podem formar um amálgama que não é literatura nem filme, mas outra coisa, um alinhavar de palavras, um fazer bainhas, um entorse de imagens, cronos e ópio. Poesia é esse antever o cinema. Agá dois horas, estilhaços líquidos, onde saudade é crocodilo e o tempo: capitão Gancho. Devaneio H2Horas é

para acessar o notável ensaio na íntegra, clique no link abaixo

http://www.cronopios.com.br/site/ensaios.asp?id=4613

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