Archive for the Aqueiva Category

O aZuL DeSLiZaNDo Seu uiVo SoB a PeLe De LoNTRa

Posted in Aqueiva, Claudio Daniel, O azul versus o cinza, poesia, Poesia brasileira século XXI, Poesia Ibero-americana, Poetry, Sem-categoria on 19 fevereiro, 2013 by Marco Aqueiva
azul distante do olho
neblina cobrindo os olhos
mais que um lugar no espaço
sonhos recobrem espaços
mais que existências estáticas
só na superfície o estático
subsolo rumor de nomes
lugar-comum ser sem nome
sonhos se carbono fossem
molde de estrelas que fosse
luz nas sombras, quem se mostra?
astros maduros se mostram?
   forma no escuro inda sonhas
   teu riso afastando as sombras
Para mais poemas, confira os pulsos deste  uivo lá onde Cantar a Pele de Lontra se estende:
 http://cantarapeledelontra.blogspot.com.br/2013/02/poemas-de-marco-aqueiva.html
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LaNÇaMeNTo de O AZuL VeRSuS o CiNZa em ATiBaiA

Posted in Aqueiva, Literatura Brasileira, O azul versus o cinza, poesia on 12 dezembro, 2012 by Marco Aqueiva

convite_avc[1]

aQueiVa Na QuiNTa-FieiRa PoéTiCa

Posted in Aqueiva, Escrituras, José Geraldo Neres, Poesia Ibero-americana, Poetry, Quinta Poética na Casa das Rosas on 16 outubro, 2012 by Marco Aqueiva

Imagem

uMa VaLiSe à GeRMiNa

Posted in Aqueiva, Art, arte, artes plásticas, Germina, literatura, literature, poema, Poema Visual, semiótica, Valises on 14 setembro, 2012 by Marco Aqueiva

DuaS VaLiSeS: ao CRoNóPioS e às MaLLaRMaRGeNS

Posted in Aqueiva, Art, artes plásticas, Artes Visuais, Cronópios, literatura, Literatura Brasileira, literature, Mallarmargens, poema, Poema Visual, poesia, Poetry, semiótica on 14 setembro, 2012 by Marco Aqueiva

ALGunS METroS dE SanGuE E Pó

Posted in Abaçaí, Aqueiva, Literatura Brasileira, literature, Mapa Cultural Paulista 2011-2012, poesia, Poetry on 1 julho, 2012 by Marco Aqueiva

Marco Aqueiva

Nessas ocasiões o asfalto às vezes reclama
um asfalto tocado por um sangue rasteiro
pesa até o erro na moça de olhos vermelhos
deslizando pela avenida o corpo estendido

O corpo bem pouquinho acumulara blindagem
um olho estica-se aos pingos da chuva nas árvores
o outro já tentara estrelas e outros colírios
e a língua agora coberta de asfalto e frouxas sílabas

Meio-fio segurando com destreza a cabeça
o asfalto desarrumado, vidro e gritos moídos
teria de limpar-se do sangue da carne da eficaz
indiferença e vestir-se de rodas outra vez

Mantém-se disforme nódoa no espesso retrovisor
agarra-se ao olho e às mãos da repulsa
cola-se ao para-brisa apenas um olho
o outro esmagado na extensão do asfalto

Repisando alguns metros de sangue e pó
sem lá chegar, a pupila sem órbita a esticar-se
nessas ocasiões sem outro pálio ou fronteira

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Poema premiado na fase estadual, edição 2011-2012,

do Mapa Cultural Paulista, categoria Poesia.

ViDeOcAsT coM MArcO AqueiVA

Posted in Aqueiva, Cronópios, Entrevista com poeta, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literature, poesia, videocast on 5 outubro, 2011 by Marco Aqueiva