Archive for the Dulcinéia Catadora Category

Carlos Pessoa Rosa

Posted in Carlos Pessoa Rosa, Dulcinéia Catadora, Lúcia Pessoa Rosa on 7 setembro, 2012 by Marco Aqueiva

por Marco Aqueiva

Carlos Alberto Pessoa Rosa é desses que encarnam os limites extremos e comunicantes da vida: medicina e literatura.
Visceralmente envolvido em projetos: visceralmente generoso ao envolver-se nos projetos dos amigos. É parecerista do CRM. É engajado no Cronópios e no Dulcineia Catadora. Só para citar uns poucos exemplos. Fez ontem, seis de setembro, aniversário. Certamente teremos muita coisa ainda  a esperar e compartilhar dele. Parabéns, amigo e parceiro!!

Aproveitamos o ensejo para exibir videocast com ele e Lúcia Rosa. Ambos engajados em projetos
culturais, que constroem emoções verdadeiras e uma nova perspectiva de mundo.
Vale a pena conferir.

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DuLciNeia + Cronópios = H2Horas

Posted in Cronópios, Dulcinéia Catadora on 29 maio, 2010 by Marco Aqueiva

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Dulcinéia em viagem

Posted in Dulcinéia Catadora, literatura, Literatura Brasileira, literature, Metalinguagem, Poética, poema, poesia, Poetry, semiótica on 27 novembro, 2009 by Marco Aqueiva

Viagem e itinerário em um rabisco

                                     por Marco Aqueiva

 

a capa se estende

além das majors

das majors na condenação

às folhas livres e independentes

além dos olhos confortáveis

reduzidos à sombra dos cardumes

além destas terras estantes

tenras ânsias sem saída

com fome de horizontes

pé de vento a mão

ao papelão que não foi dado

pedido perdido ao pé de vento

códices entressonhando

via viator coletivo de mãos e olhos

uma nova paisagem

)))))))       .   >>   .      ((((

Mais informações: 

http://meiotom.sites.uol.com.br/

http://www.meiotom.art.br/

Artistas Provocadores

Posted in ação social, Arte engajada, Coletivo, Dulcinéia Catadora, Ensaio, literatura, Literatura Brasileira, literatura latino-americana on 25 junho, 2009 by Marco Aqueiva

dulcineia

 

por Marco Aqueiva

Capa e papelão preparando olhos do futuro? Sabe-se lá do papelão que sai das árvores como papel, transita nos frutos por entre as mãos dos homens que vacilam. O papelão é hoje dos loucos, das putas e dos poetas.

Mas então que loucura e delírios resistem às capas? Tu tens idéia do que fazemos, ou deixamos de fazer?

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Leia texto na íntegra em Cronópios

http://www.cronopios.com.br/site/ensaios.asp?id=4048