Archive for the Literatura 2010 Category

Retornar ao que é perene e distantemente mais próximo de nós (Marco Aqueiva)

Posted in Crítica, Crítica Literária, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, Literatura sem fronteiras, literature, Pedro Maciel on 28 fevereiro, 2012 by Marco Aqueiva

No romance Retornar com os pássaros, de Pedro Maciel, em lugar da esperada ênfase na narrativa, o texto aposta na busca: a escolha, o gesto de liberdade e recusa; o caminho como excentricidade, disseminação e errância de opções e sentidos. Busca que combina informação científica e revelação mítica com expressão poética. É um texto perturbador na medida em que experimenta novos caminhos para a prosa ficcional. É um texto ideológico que parte de conceitos ou posições prévias, fato, a nosso ver, já atestado desde o início do livro, combinando simultaneamente os modos poético e irônico da expressão literária.

Leia mais em: Retornar ao que é perene e distantemente mais próximo de nós (Marco Aqueiva).

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pOrOs pOr sãO pauLO

Posted in Art, arte, artes plásticas, Crítica, Cronópios, Jacek Yerka, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Poética, poema, poesia, Poetry, prosa poética, semiótica, Surrealismo, Valise 2010, Youtube on 7 dezembro, 2010 by Marco Aqueiva

por Marco Aqueiva

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Não se alcança a incompreensão da cidade sem os abismos e o desconcerto de um roteiro de leitura?

Não se chega à poligrafia de São Paulo sem as certezas apoiadas nas estatísticas?

Por que não se compreendem os ressaltos da solidão e as enchentes de janeiro sem a fala dos especialistas?

Nós, loucos e lúcidos por São Paulo, podemos com todo direito cantá-la lírica e cinicamente, épica e dieteticamente, dramática e ridiculamente.

São Paulo em que tardo, ávido pela serragem da imaginação decompondo fatorialmente aqueles números inteiros pesados de logística e razão.

Nem que seja pelos poros da palavra.

Artes tarde do que nunca.

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Confira texto na íntegra no Cronópios

http://www.cronopios.com.br/site/prosa.asp?id=4832

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Imagem: Jacek Yerka

Anníbal Augusto Gama na VaLiSe

Posted in Crítica, Crítica Literária, Cronópios, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literatura latino-americana, literature, Poética, poema, poesia, Poetry on 23 setembro, 2010 by Marco Aqueiva

Quem é Anníbal Augusto Gama?

Wilson Martins: “poeta desconhecido que é também um dos melhores nos quadros históricos da poesia brasileira em qualquer tempo.”

“Annibal Augusto Gama, em primeiro lugar, é um poeta insubstituível, de inspiração muito pessoal, que não lembra nem de longe nenhum outro poeta consagrado, de hoje ou de ontem. Sua poesia é feita da honesta fruição do mundo por alguém que se julga um homem comum, quando, na verdade, é excepcional” (Gilberto de Melo Kujawski)

Para saber mais desse grande poeta e conhecer alguns poemas seus, confira o link abaixo.

 http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=4746

Do poeta retraços nem em Marte nem em Terra

Posted in Cronópios, David Bowie, Ensaio, Literatura 2010, Literatura Brasileira on 18 agosto, 2010 by Marco Aqueiva

 

Logística e transporte possibilitam mergulhos incríveis sem sair de casa. Agente de viagens não é agente literário. Opções na medida certa só o Cruzeiro do Sul a bordo de uma tam boa refeição de lendas e letras.

 Leia mais de

Retraços do poeta de quando nem em Marte nem em Terra

no link

http://www.cronopios.com.br/site/ensaios.asp?id=4699

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Por Marco Aqueiva

 

Num Café

Posted in Art, artes plásticas, conto, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, música, Philip Glass, semiótica on 28 julho, 2010 by Marco Aqueiva

MIGUEL WESTERBERG - 2008 - Conversas no Café a Brasileira Chiado Lisboa

Por Marco Aqueiva

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Será mesmo um café? Relê. Acesso restrito a escritores e poetas. Luz convidativa. Entrada à direita livre. Ele lá fora num boteco sujo entre dejetos e dívidas. À esquerda põe os grandes olhos no bolinho de carne. Minhocas brotando do tecido orgânico que come. Esfrega os olhos e o verso do bolso quando a grama acaba. A alma do negócio é sempre uma receita contra o tédio. Mas será mesmo aquilo um café? Juntam-se agora aos dejetos, dívidas e dúvidas aquela que passa olho na perna. Será mesmo ela entrando no café que as memórias sentimentais me deixou rever? Ele lá na malhação dos olhos e da boca pesados de chorume. Minhocas, repete para si mesmo. Ele lá sem colírio ou listerine. No tráfego intenso atrás das bem fornidas pernas que entram, sem olhar para trás, à direita.

Imagem: MIGUEL WESTERBERG – 2008 – Conversas no Café a Brasileira Chiado Lisboa

uMa VaLiSe MaiS nO CrOnÓpiOS

Posted in literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Metalinguagem, Poética, poema, poesia, Poetry, semiótica, Valise 2010 on 16 julho, 2010 by Marco Aqueiva

Carregador de valises, 

Salvo-me, mais uma vez, do exílio e do silêncio,

Deslizo-me em concha abrindo junto às pérolas do Cronópios.

Confiram http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=4651

O segundo milhão ninguém esquece

Posted in Art, arte, artes plásticas, Artes Visuais, Cronópios, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, poesia, Poesia espanhola, Poetry, semiótica on 15 julho, 2010 by Marco Aqueiva