Archive for the Literatura sem fronteiras Category

Tercetos on the road

Posted in Cisne negro, Literatura Brasileira, Literatura sem fronteiras, literature, on the road, poema, poesia, Poetry, Tercetos on 6 junho, 2012 by Marco Aqueiva

por Marco AQUEIVA & Paulo ORTIZ

 

Germinam cintilações no rastro das palavras

mas os fios que estendem a conversação

enredam-se também na obscura trama do íntimo

 

Cisnegro e motoqueiro no mar glacial da fábula

A perfeição que habita o tumulto da bailarina

a dor na imediatez árida das pupilas abertas

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Confiram o restante do poema no Literatura sem Fronteiras

http://literaturasemfronteiras.blogspot.com.br/2012/06/tercetos-em-terceto-on-road-com-tercio.html

Retornar ao que é perene e distantemente mais próximo de nós (Marco Aqueiva)

Posted in Crítica, Crítica Literária, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, Literatura sem fronteiras, literature, Pedro Maciel on 28 fevereiro, 2012 by Marco Aqueiva

No romance Retornar com os pássaros, de Pedro Maciel, em lugar da esperada ênfase na narrativa, o texto aposta na busca: a escolha, o gesto de liberdade e recusa; o caminho como excentricidade, disseminação e errância de opções e sentidos. Busca que combina informação científica e revelação mítica com expressão poética. É um texto perturbador na medida em que experimenta novos caminhos para a prosa ficcional. É um texto ideológico que parte de conceitos ou posições prévias, fato, a nosso ver, já atestado desde o início do livro, combinando simultaneamente os modos poético e irônico da expressão literária.

Leia mais em: Retornar ao que é perene e distantemente mais próximo de nós (Marco Aqueiva).

EstudantES pOdEm e dEvEm SEr pOEtaS

Posted in Ensaio, Literatura sem fronteiras, Poetry, prosa poética on 5 agosto, 2011 by Marco Aqueiva

 

Todo ser humano que acende as luzes para ouvir o som correndo nas ruas avenidas praças atravessando montanhas e desertos. Todo ser humano que traz nos olhos ângulos lâminas tons afiados capazes de interrogar as tantas vozes do mundo. Todo ser humano que chega dando voz a todas as coisas dentro de camadas de névoa e escuridão.
 
Início de um texto publicado em Literatura sem Fronteiras.
 
Faço então o convite a conferir a íntegra do texto, é só clicar no link
http://literaturasemfronteiras.blogspot.com/2011/08/estudantes-podem-e-devem-ser-poetas.html