Archive for the Metalinguagem Category

DuaS VaLiSeS àS MaLLaRMaRGeNS

Posted in Art, arte, Artes Visuais, Literatura Brasileira, literature, Mallarmargens, Metalinguagem, Poema Visual, poesia, Poetry, semiótica on 7 junho, 2012 by Marco Aqueiva

 

o LeiToR soB Uso *** 1.1

Posted in Art, arte, artes plásticas, literatura, literature, Metalinguagem, poema, poesia, Poetry, semiótica, Valises on 5 janeiro, 2012 by Marco Aqueiva

 

o EscRiToR soB Uso ** 1.0

Posted in Art, arte, Joan Baez, Literatura Brasileira, literature, Metalinguagem, poesia, Poetry, Sem-categoria, semiótica on 3 janeiro, 2012 by Marco Aqueiva
 
 

uMa VaLiSe MaiS nO CrOnÓpiOS

Posted in literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Metalinguagem, Poética, poema, poesia, Poetry, semiótica, Valise 2010 on 16 julho, 2010 by Marco Aqueiva

Carregador de valises, 

Salvo-me, mais uma vez, do exílio e do silêncio,

Deslizo-me em concha abrindo junto às pérolas do Cronópios.

Confiram http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=4651

anTeNe-Se na VaLiSe inConSpuRcáVeL (parte iV)

Posted in Art, arte, Arte engajada, artes plásticas, Artes Visuais, Garcia Lorca, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Metalinguagem, Musica Espanhola, Paco de Lucia, Poética, poema, poesia, Poesia espanhola, Poetry, Roberto Piva, semiótica, Valise 2010, Valises on 6 julho, 2010 by Marco Aqueiva

 

CHÃO E DESASSOSSEGO

 

                             a Roberto Piva

                             (tendo Garcia Lorca ao fundo) 

 

Todos os dias

 

monitor teclado

 

janela portão

 

 

o mesmo cercado

 

olhos barrentos

 

sempre algum lá

 

 

no meio da canela

 

desconsola

 

mas não

 

não nos mata.

 

 

Ó Órficos

 

não tendes gumes

 

estendes quinas contra

 

os olhos, e a vida

 

que só ela bastaria.

 

             Marco Aqueiva

                 Julho/2010

AnTeNe-Se na VaLiSe inConSpuRcáVeL (parte i)

Posted in Art, arte, artes plásticas, Chico Science, Copa 2010_alternativa, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, mangue beat, Mangue boys, Metalinguagem, Nação Zumbi, Poética, poema, Poetry, semiótica, Valise 2010, Valises on 15 junho, 2010 by Marco Aqueiva

pelas manhãs

cafés e analgésicos

 

à tarde

antitérmicos e coca

com limão e gelo

 

à noite

classe executiva

recarregar a valise

com chips whisky mais drogas

da net

 

+ + +     =  .=  .=  .=     + + +

texto e imagem: Marco Aqueiva 

Da VaLiSe NaDa Se LeVa ?

Posted in Art, arte, Arte engajada, artes plásticas, Crítica, História, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Metalinguagem, semiótica, Valise 2010, Valises on 26 maio, 2010 by Marco Aqueiva

 

Meus amigos, minhas amigas:

Completaram-se neste maio dois anos de estrada carregando valises.

É pouco, é mesmo quase nada…

É curioso que vivamos nestes nossos tempos experiências – como esta de carregar valises – amesquinhando-as numa perspectiva de resultados e de fruição imediata. Uma multidão de episódios animados seja pelo cálculo seja pelo prazer. Embora a lógica dos resultados mova o mundo, não mobiliza todo o mundo. Ademais, no reino mecânico das funções físico-químicas e dos lucros voláteis há justificativas para o fruir imediato e absoluto desligado de uma consciência temporal mais alongada… Mas esta é agora uma outra discussão, lenga-lenga inoportuna!

Comemoremos olhando para as valises. Quem vive no passado é sarcófago e aqueles profissionais, como arqueólogos, que sempre estão ameaçando dar-nos mais uma prova de nossa arrogante mediocridade… Amo vocês incondicionalmente historiadores. Somos nós ficcionistas e historiadores irmãos de hábito e função!

Preciso mesmo comemorar dizendo que de valises podem ascender mundos sonhados e possíveis contra a lógica implacável de lucros e ganhos. Quem leva mesmo a sério estas palavras pode ler-me mais um pouquinho, que já termino, certo? Horácio, o romano, recomendava paciência aos jovens poetas…

Com estas valises pensava, ainda penso – suspenso o olhar às palavras essenciais – oferecer pratos variados. Valises não são iguarias que se comam requentadas. Nem são comestíveis. Tampouco iguarias. Ah o ideal romântico de valises palavras perseguindo a felicidade num tempo em que possamos dar voz e vez ao que é essencial… Não é bonito, portanto, vulgarizarem-se valises em edição a R$ 1,99. PF prato feito é um atalho para o estômago, e valises têm me oferecido a rara oportunidade de preparar textos, provar de finas iguarias e partilhar amizades que não se vendem e compram.

Meus agradecimentos e um abraço grande a vocês todos que estão sempre ao pé do essencial e destas valises,

do amigo Aqueiva.