Archive for the Poética Category

VaLiSe à QuiNTa-PoéTiCa

Posted in José Geraldo Neres, literature, Poética, poema, poesia, Poesia Ibero-americana, Poetry, Quinta Poética na Casa das Rosas, semiótica, Valises on 27 outubro, 2012 by Marco Aqueiva

uMa VaLiSe à MeCâNiCa CeLeSTe

Posted in Art, arte, artes plásticas, Artes Visuais, Literatura Brasileira, Poética, poema, poesia, Poetry, Valises on 20 outubro, 2012 by Marco Aqueiva

SaD PLaYeR

Posted in Art, arte, artes plásticas, Artes Visuais, Mallarmargens, Poética, poema, Poema Visual, poesia, Poetry on 26 maio, 2012 by Marco Aqueiva

Publiquei na Revista Mallarmargens um ecografismo (poema visual).

Confiram no link

http://mallarmargens.blogspot.com.br/2012/05/sad-player-s-d-o-o-s-s-o-r-n-o-i-e-l-m.html#!/2012/05/sad-player-s-d-o-o-s-s-o-r-n-o-i-e-l-m.html

GrãO pÚbiS da MedUsa para O GraNde pÚblicO

Posted in crônica, Cronópios, literatura, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literature, Metamorfoses, Mito, Poética, semiótica on 22 dezembro, 2011 by Marco Aqueiva

 

Lenda de sólidos paparazzis viciando telespectadores e leitores numa sala de espelhos e reflexos. Ou no respaldo circular dos acessos solitários a web.

Trecho de crônica sobre o poder da mídia publicada no Cronópios. Para mais, segue o link:

http://www.cronopios.com.br/site/prosa.asp?id=5256

DoS caRRegaDoreS De MaLaS

Posted in literatura, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literature, Poética, poema, poesia, Poetry on 15 julho, 2011 by Marco Aqueiva

O moço de recados guarda

dedos murchos, face caída

velha foto sem mais vê-la

 

Rugas cansaço cegueira

zarolho e remoendo a vida

entre pés camas e malas

 

Oculta o moço recadeiro

chorinho mal engolido

todo o fardo em uma lágrima

 

Oculta esse moço versículos

nos fios brancos luzidios

face suja de álcool e culpas

 

Fardo que guarda o velho moço

dor que só ele a levá-la

oculta dentro da mala

Imagens da noite: diálogo com muitas vozes

Posted in Art, arte, Chico Science, Crítica, Crítica Literária, Cronópios, Ensaio, Fred Zero Quatro, literatura, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literatura latino-americana, Nação Zumbi, Poética, poesia, Poetry, prosa poética, semiótica, Valises on 25 fevereiro, 2011 by Marco Aqueiva

Há poucos dias foi publicado no CRONÓPIOS o primeiro texto de uma série em que dialogo com vozes da atual produção poética brasileira.

Ficarei bastante contente e satisfeito se acompanharem a publicação.

Confiram o início

http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=4909

 

GERMiNAndo: UivO pOr eSSa cOiSa dE paSSagEm

Posted in Allen Ginsberg, Germina, literatura, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literatura latino-americana, literature, Philip Glass, Poética, poesia, Poetry, Poets in New York, prosa poética, semiótica, Valises on 3 janeiro, 2011 by Marco Aqueiva

que essa coisa de passagem me traz no uivo o eco de cada coisa. o rumor da monotonia sabe à árvore que espera. a presença da árvore junto ao portão sabe a um riso. adolescente incontido. as espirais da inocência sabem à menina por quantas ágeis curvas e inexprimíveis dores contornam o uivo. 

Mais do texto, vale navegar na Germina Literatura e chegar ao link abaixo:

http://www.germinaliteratura.com.br/

http://www.germinaliteratura.com.br/2010/marco_aqueiva.htm



pOrOs pOr sãO pauLO

Posted in Art, arte, artes plásticas, Crítica, Cronópios, Jacek Yerka, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Poética, poema, poesia, Poetry, prosa poética, semiótica, Surrealismo, Valise 2010, Youtube on 7 dezembro, 2010 by Marco Aqueiva

por Marco Aqueiva

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Não se alcança a incompreensão da cidade sem os abismos e o desconcerto de um roteiro de leitura?

Não se chega à poligrafia de São Paulo sem as certezas apoiadas nas estatísticas?

Por que não se compreendem os ressaltos da solidão e as enchentes de janeiro sem a fala dos especialistas?

Nós, loucos e lúcidos por São Paulo, podemos com todo direito cantá-la lírica e cinicamente, épica e dieteticamente, dramática e ridiculamente.

São Paulo em que tardo, ávido pela serragem da imaginação decompondo fatorialmente aqueles números inteiros pesados de logística e razão.

Nem que seja pelos poros da palavra.

Artes tarde do que nunca.

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Confira texto na íntegra no Cronópios

http://www.cronopios.com.br/site/prosa.asp?id=4832

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Imagem: Jacek Yerka

PaiSaGeM coM MuLheR Nua ao FunDo

Posted in literatura, Literatura Brasileira, literature, Poética, poema, poesia, Poetry on 30 setembro, 2010 by Marco Aqueiva

 

          por Marco Aqueiva

 

As pedras estavam lá

estacionadas como é próprio

dos calçamentos

inertes como os olhos mãos

pés prolongando o calçamento

 

Ela gente estava lá

em pé sobre as pedras

tendo a nudez covardemente

exposta sem fazer corar

olhos mãos pés

 

Elas pessoas estavam lá

quase pedras germinando

nos ventos da curiosidade

colunas de inércia e um manto

florido de indiferença

 

Ela ainda gente estava lá

ilhada ao sol da desventura

os seios e o púbis sem outras

margens que não as pedras

olhos mãos pés também carentes

 

do abandono sobre as pedras

sangrando outra forma de gente

entroncada por entre as pedras

 

na dor (im)própr(ia) a toda gente.

 

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Poema publicado na Antologia do I Concurso de Poesia Amigos do Livro / Flipoços – 2010. (Scortecci: 2010) (pp. 54-5).

Imagem: http://lo-bueno-si-breve.blogspot.com/2010_01_01_archive.html

Anníbal Augusto Gama na VaLiSe

Posted in Crítica, Crítica Literária, Cronópios, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literatura latino-americana, literature, Poética, poema, poesia, Poetry on 23 setembro, 2010 by Marco Aqueiva

Quem é Anníbal Augusto Gama?

Wilson Martins: “poeta desconhecido que é também um dos melhores nos quadros históricos da poesia brasileira em qualquer tempo.”

“Annibal Augusto Gama, em primeiro lugar, é um poeta insubstituível, de inspiração muito pessoal, que não lembra nem de longe nenhum outro poeta consagrado, de hoje ou de ontem. Sua poesia é feita da honesta fruição do mundo por alguém que se julga um homem comum, quando, na verdade, é excepcional” (Gilberto de Melo Kujawski)

Para saber mais desse grande poeta e conhecer alguns poemas seus, confira o link abaixo.

 http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=4746