Archive for the Valises Category

Da MulhER de VERde

Posted in Carlos Pessoa Rosa, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literature, poema, poesia, Valises on 20 agosto, 2011 by Marco Aqueiva

mais

da maçã verde, oferecida abaixo, em escatológico-apocalíptico-atmosférico

http://meiotom.blog.uol.com.br/

LiTeRaTuRa SeM TeRRaS

Posted in Art, arte, Artes Visuais, Crítica, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literature, semiótica, Valises on 15 agosto, 2011 by Marco Aqueiva

Imagens da noite: diálogo com muitas vozes

Posted in Art, arte, Chico Science, Crítica, Crítica Literária, Cronópios, Ensaio, Fred Zero Quatro, literatura, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literatura latino-americana, Nação Zumbi, Poética, poesia, Poetry, prosa poética, semiótica, Valises on 25 fevereiro, 2011 by Marco Aqueiva

Há poucos dias foi publicado no CRONÓPIOS o primeiro texto de uma série em que dialogo com vozes da atual produção poética brasileira.

Ficarei bastante contente e satisfeito se acompanharem a publicação.

Confiram o início

http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=4909

 

GERMiNAndo: UivO pOr eSSa cOiSa dE paSSagEm

Posted in Allen Ginsberg, Germina, literatura, Literatura 2011, Literatura Brasileira, literatura latino-americana, literature, Philip Glass, Poética, poesia, Poetry, Poets in New York, prosa poética, semiótica, Valises on 3 janeiro, 2011 by Marco Aqueiva

que essa coisa de passagem me traz no uivo o eco de cada coisa. o rumor da monotonia sabe à árvore que espera. a presença da árvore junto ao portão sabe a um riso. adolescente incontido. as espirais da inocência sabem à menina por quantas ágeis curvas e inexprimíveis dores contornam o uivo. 

Mais do texto, vale navegar na Germina Literatura e chegar ao link abaixo:

http://www.germinaliteratura.com.br/

http://www.germinaliteratura.com.br/2010/marco_aqueiva.htm



VaLisE AuToAjuDa

Posted in Pablo Milanés, Valise 2010, Valises on 28 julho, 2010 by Marco Aqueiva

anTeNe-Se na VaLiSe inConSpuRcáVeL (parte iV)

Posted in Art, arte, Arte engajada, artes plásticas, Artes Visuais, Garcia Lorca, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Metalinguagem, Musica Espanhola, Paco de Lucia, Poética, poema, poesia, Poesia espanhola, Poetry, Roberto Piva, semiótica, Valise 2010, Valises on 6 julho, 2010 by Marco Aqueiva

 

CHÃO E DESASSOSSEGO

 

                             a Roberto Piva

                             (tendo Garcia Lorca ao fundo) 

 

Todos os dias

 

monitor teclado

 

janela portão

 

 

o mesmo cercado

 

olhos barrentos

 

sempre algum lá

 

 

no meio da canela

 

desconsola

 

mas não

 

não nos mata.

 

 

Ó Órficos

 

não tendes gumes

 

estendes quinas contra

 

os olhos, e a vida

 

que só ela bastaria.

 

             Marco Aqueiva

                 Julho/2010

anTeNe-Se na VaLiSe inConSpuRcáVeL (parte iIi)

Posted in Art, arte, Arte engajada, artes plásticas, Artes Visuais, Carlos Santana, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, poema, poesia, Poetry, semiótica, Valise 2010, Valises, Youtube on 6 julho, 2010 by Marco Aqueiva

Em Wall Street Paulista um tornado

um tiro certeiro onde Rocinha Heliópolis Cidade Náutica

E no quarto minguante da galáxia apenas mais um

Pum

 

Imagens e texto: Marco Aqueiva

 

 

anTeNe-Se na VaLiSe inConSpuRcáVeL (parte Ii)

Posted in Art, arte, Arte engajada, artes plásticas, Carlos Pessoa Rosa, conto, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Musica cubana, narrativa, prosa ficcional, semiótica, Silvio Rodriguez, Valise 2010, Valises on 29 junho, 2010 by Marco Aqueiva

PITANGAS IMPLODEM MÊNSTRUO 

por Carlos Pessoa Rosa

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lances de escada avançam sobre a língua de fogo. o rei debulha grãos de idéias sobre o tapete vermelho enquanto a mulher rosna melancolias e roça ostras no fundo de saco. há uma chuva melancólica de fim de tarde que abraça o vazio contendo em seu corpo a morte. que túmulo receberá o corpo sorumbático de um rei sem coroa enquanto a mulher gralha a melancolia transgênica em fim de tarde?

(úmida tarde onde repousa um véu crepuscular e o homem é espremido como pasta de dente. de seu interior sai o branco das baratas.)

ao longe estradas descansam mundanas. no céu desponta a Lua diante dos dedos do cego de Diderot. ah, delírios dos impertinentes! da ferradura de Baco, da papoula incandescente da loucura, do pó branco que avassala a ordem das palavras. é da mulher o mênstruo incontido do gozo; do homem a umidade das uretras virgens. há uma escada que sobe sobre as chamas a caminho do inferno, um rei uma rainha um homem uma mulher nos óvulos da noite que nenhuma criança ou poeta alcançam nesta orgia de palavras frases imagens soltas.

(mão de obra é a orgia incandescente da escravidão quando as mãos de miseráveis ardem no calor das injustiças.)

vasculha basculha entorse dor de dente mão no bolso bueiro. plúmbea chove
urubus e rosas. pitangas implodem mênstruo, o clitóris adocicado da boceta dos deuses. o imaginário frestas raios porvir. há uma ave migrante de solo pátrio estrangeiro e a cruz no chamamento. plúmbea chuva ostras e rastros. pássaros gorjeiam gozos. umidade no campo ora. o sino cala a igreja onde Deus imola e o poeta masturba palavras. há palavras soltas no pasto, loucura de Eros, cobra em posição de bote, no aguardo. não demora carrapatos festejam o sangue quente de quem venceu tânatos e as heras continuam a agarrar-se nas paredes.

(natal ao miserável é consumir a falta. dois cães aguardando restos seria mais aceitável, mas são seres humanos os dois de cócoras roçando o fundo de latas na calçada.)

cúmulus em tarde ensoluada, o vento descansa no prado, tudo é silêncio nos galhos e copas das árvores. em algum lugar homens guerreiam (por aqui nem uma bala perdida). cercas blocos argamassa vagas não arredam pé do descanso. meu corpo como churrasco nos vãos dos mistérios, noite se achegando fria à caça de sonhos e pesadelos, arremedos do que na vida claustrofóbico. o diabo arranca água e duas luas de um coco. ao longe o apito de um trem, de uma estrada de ferro inexistente…

(e os viajantes na impossibilidade de um destino.)

 

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Imagem: Marco Aqueiva

Das VaLiSeS Dos CéSaReS VenCiDoS

Posted in Art, arte, artes plásticas, crônica, literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, Poética, poema, poesia, Poetry, semiótica, Valise 2010, Valises with tags , , , on 24 junho, 2010 by Marco Aqueiva

Em quanta estrada os Césares

perderam-se após vitórias.

O futebol embaralha

risos lógica e história.

 

Balão sobe e desce

Cai Paris cai Roma

Vai pra casa França

Itália agora a segue

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texto e imagem: Aqueiva

Da VaLiSe Que TuDo LeVa…

Posted in literatura, Literatura 2010, Literatura Brasileira, literature, poema, poesia, Poetry, semiótica, Valise 2010, Valises, Walter Franco on 22 junho, 2010 by Marco Aqueiva